Ações formativas

Ações formativas com inscrições prévias e vagas limitadas

Míni curso: Movendo com a videodança com Lilian Graça | Data: 21/04/2021 (Quarta-feira) | 14h às 16h | Plataforma Zoom | Com tradução em Libras.

Inscrições de 14/04 a 18/04 pelo formulário:
https://forms.gle/uNSA1pFjrxYy4nr57

Apoiado nos estudos da percepção no audiovisual, como a empatia estética, corpo fílmico e visualidade háptica, este míni curso busca experimentar elementos criativos na videodança conduzidas por questões da cinestesia (percepção do movimento) e imersão (participação e engajamento): como elaborar sensação de tridimensionalidade no espaço bidimensional da tela? Como é possível elaborar sensações de movimento na audiência? Como a convergência entre os movimentos do corpo e câmera na videodança pode ajudar em uma imersão afetiva na obra? Entre outras que envolvem a relação entre criação e participação ativa do espectador da videodança, estas perguntas devem conduzir a metodologia do curso que abarca aula expositiva; trabalho de experimentação direcionada; pesquisa câmera-corpo; visualização de vídeos e debate com toda a turma.
Esta ação formativa será traduzida em Libras.
A ação formativa será ministrada por Lílian Graça
Lilian Graça é artista-pesquisadora, coreógrafa, dançarina e videasta. Doutora em artes cênicas com pesquisa em cinestesia na videodança, tem-se ocupado em correlacionar processos de criação, empatia estética, percepção, cognição e imersão na dança e na videodança: experimentando metodologias criativas, realizando obras, ministrando oficinas, cursos, palestras e publicando textos na área.
Data: 21 de Abril de 2021´- Quarta-feira
Horário: 14h às 16h
A ação será realizada através de acesso na plataforma Zoom (o link de acesso será enviado posteriormente)
N° de vagas: 20 pessoas
Critérios de Seleção: Ser artista, pesquisador, professor ou/e aluno da dança e da videodança.
ATENÇÃO: É importante ter um celular conectado com a plataforma em um determinado exercício. De preferência o participante deve acessar a aula por computador e ter um celular disponível para um dos exercícios ou pode acompanhar toda a aula pelo celular.
Para dúvidas: moveconcreto@gmail.com

Africanidades e videodança: registros de afeto com Anne Caroline Vaz e Rayane Calixto | Data: 24/04/2021 (Sábado) | 10h às 12h | Plataforma Zoom | Com tradução em Libras.

Inscrições de 16/04 a 20/04 pelo formulário:
https://forms.gle/hAhdwPGSdTYgaSQz6
As inscrições podem ser encerradas antes da data limite. Encerraremos as inscrições assim que as vagas forem ocupadas.

A formação “Africanidades e videodança: registros de afeto” se organiza por meio de um encontro de natureza introdutória com caráter provocativo, cuja abordagem visa refletir sobre quais são as temáticas, as narrativas e os corpos que se apresentam como protagonistas nos trabalhos audiovisuais, tendo como foco a representação das corporeidades brasileiras na diáspora. Serão discutidas e enfatizadas os registros de afeto que se cruzam com os elementos e as variantes que envolvem as africanidades e seus atravessamentos, ressaltando as poéticas da negritude aplicadas para a concepção dos processos de criação e composição de videodanças.
Esta ação formativa será traduzida em Libras.
A ação formativa será ministrada por Anne Caroline Vaz e Rayane Calixto.
Anne Caroline Vaz é artista-professora-pesquisadora da Dança. Natural de Belo Horizonte é graduada em Dança pela UFMG e mestranda em Dança pela UFBA. É integrante e idealizadora do Coletivo EnegreSer e desenvolve trabalhos relacionados às Danças Populares Brasileiras, Performance e Videoarte, Ações Formativas Estéticas para as relações étnico-raciais e Corporeidades Negras na Cena.
Rayane Calixto é professora-artista, graduada em Dança pela UFMG. Leciona Arte na rede pública de ensino na RMBH. Desenvolve trabalhos nas danças a dois e ações com foco no fortalecimento e visibilidade de mulheres nesse contexto. Possui interesse em discussões relacionadas ao feminismo negro, metodologias não-binárias de gênero no ensino de danças a dois e em reflexões relacionadas a abordagens emancipatórias e diversas em Arte e Dança.
Data: 24 de Abril 2021 – Sábado
Horário: 10h às 12h
A ação será realizada através de acesso na plataforma Zoom (o link de acesso será enviado posteriormente)
N° de vagas: até 30 pessoas
O critério utilizado para a seleção será a ordem cronológica de inscrições.
A formação tem classificação etária de 18 anos sendo aberta para o público em geral.
Para dúvidas: moveconcreto@gmail.com

Danças de (re)existência ou rotas de fuga - Marise Dinis/ Projeto Em PlaylistA| Data: 25/04/2021 (Domingo) | 10h às 12h | Plataforma Zoom | Com tradução em Libras.

Inscrições de 16/04 a 20/04 pelo formulário:
https://forms.gle/jh4Pd3YKE1bYtyk18
As inscrições podem ser encerradas antes da data limite. Encerraremos as inscrições assim que as vagas forem ocupadas.

A ação formativa Danças de (Re)existência ou Rotas de Fuga é concebida como uma oportunidade de partilha de experiências entre as artistas que compõem o projeto “Em PlaylistA” e pessoas interessadas em fazer do universo feminino inspiração para o exercício da criação em dança em tempo real. As dançarinas Marise Dinis e Márcia Neves se propõem a desenhar com as participantes uma breve experiência considerando as realidades de cada uma delas, construindo pequenos manifestos poéticos. Para tanto, as participantes serão convidadas a ter consigo qualquer tipo de produção imagética ou um pequeno texto que traduzam seus modos de sobrevivência frente aos desafios impostos pela realidade pandêmica.
Esta ação formativa será traduzida em Libras.
A ação formativa será ministrada por Marise Dinis e Márcia Neves.
MARISE DINIS:
Marise Dinis reside em Belo Horizonte onde atua profissionalmente como dançarina e professora de dança desde 1990. Atuou nos grupos Camaleão, Meia Ponta, 1º Ato e Benvinda Cia de Dança. Desde 2004 atua como artista independente e em colaboração com grupos, coletivos e outros artistas. Desde 2018 compõe junto com Andréa Anhaia, Ester França, Cib Maia, Joelma Barros e Márcia Neves o ajuntamento PlaylistA que se dedica à pesquisa e prática cênica da composição em tempo real.
MÁRCIA NEVES
Márcia Fabiano Neves é dançarina criadora e professora de dança e movimento. Há vários anos se dedica ao exercício da improvisação e investiga interlocuções possíveis entre práticas de viés somático e abordagens para a formação e criação no âmbito das Artes do Corpo. Trabalha de forma independente e em colaboração com artistas e grupos, buscando o cultivo da autoralidade permeada por trocas e contaminações. Está entre as artistas que, em 2018, fundaram o Projeto Em PlaylistA.
Data: 25 de Abril – Domingo
Horário: 10h às 12h
A ação será realizada através de acesso na plataforma Zoom (o link de acesso será enviado posteriormente)
N° de vagas: 20 pessoas
Caso o número de inscrições ultrapasse o de vagas disponíveis, serão convidadas a participar as 20 primeiras pessoas inscritas.
Público alvo: Jovens a partir de 16 anos e pessoas de diferentes idades que se interessem
pela dimensão do feminino como motor para o exercício da criação, com ou sem
experiência prévia em dança.
Observação: Cada pessoa selecionada deverá levar no dia do encontro uma imagem, objeto ou pequeno texto que simbolize possibilidades de (re)existência ou rota de fuga.
Para dúvidas: moveconcreto@gmail.com

Ações formativas abertas ao público – sem inscrição prévia

Palestra e bate-papo Videodança: outras formas de ser corpo com Karina Almeida | Data: 17/04/2021 (Sábado) | 19h às 21h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Ação formativa que compartilhará com o público aspectos da criação em videodança a partir de uma abordagem historiográfica, orientada pela apreciação de obras que marcaram o contexto artístico internacional e nacional, colocando em evidência o pioneirismo de Maya Deren, artista com trajetória no singular cinema experimental, considerada referência fundamental para os estudos em videodança.
Mini bio
Karina Almeida é bailarina, coreógrafa, diretora e professora de dança contemporânea. Bacharel e Licenciada em Dança, Mestra e Doutora em Artes da Cena pela Unicamp. Desde 2009 pesquisa a linguagem da videodança, atual tema de pesquisa de seu Projeto de Pós-Doutorado realizado na USP. Professora da Escola Superior de Artes Célia Helena, onde coordena a pós-graduação em Corpo e o Mestrado Profissional em Artes da Cena.

Visita guiada ao acervo online VIDEODANÇA+ com Sarah Ferreira | Data: 23/04/2021 (Sexta-feira) | 19h às 21h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Neste encontro vamos fazer uma visita guiada pelo canal VIDEODANÇA +, esta rede de plataformas que abriga dois acervos (no Vimeo e YouTube) on-line que atualmente concentra em seu corpo eixos curatoriais distintos, organizados através de diferentes recortes. Vamos conhecer a história e os processos de categorização do canal, este corpo-arquivo que constrói breves narrativas, epistemologias, historiografias que identificam modos possíveis de criação e composição da videodança.
Mini bio
Sarah Ferreira
Performer, educadora e artista multimídia. Cursou Graduação e Mestrado em Teatro na Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Membro da Rede Iberoamericana de Festivais Internacionais de Videodança (REDIV). Trabalha como curadora e criadora da plataforma VIDEODANÇA+

Mulheres na vídeo arte - corpo y protesto com Amanda Marques | Data: 24/04/2021 (Sábado) | 19h às 21h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Os diversos atravessamentos no corpo nos mostra o quanto somos um emaranhado de trocas de experiências e narrativas. A partir das vídeo danças de Trisha Brown, “Accumulation” (1971) e “Walking on the Wall” (1971) de Trisha Brown em parceria com Carmen Beuchat, poderemos pensar não somente na memória corporal destas mulheres, mas também como as categorias impostas, até mesmo da subversão artística-corporal. Para somar a discussão, os conceitos de Judith Butler (2003, 2017) de performatividade e interpelação são necessários para entendermos a subversão pelo gênero. Por fim, usa-se de exemplo a performance de Paula Garcia, “Corpo Ruindo” (2015), que questiona forças governamentais e externas, utilizando seu corpo como protesto. Dito isso, explicitar essas relações é fundamental no debate sobre o corpo de mulher e suas formas de manifestação pela vídeo arte, performance e dança, culminando em formas híbridas de criação.
Mini bio
Amanda Marques é doutoranda (bolsista CAPES I) em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP orientada pela Prof. Dra. Christine Greiner, com período sanduíche na Center University of New York, no programa Women and Society orientada pela Prof. Dra. Dàna Ann-Davis. Atualmente produz a peça-performática SENSEL/EX.