CONVERSAS

Conversas com as artistas

Conversa mostra principal 1 com Beatriz Miranda, Bruna Bertoldo e Clarisse Zarvos. Mediação de Duna Dias. | Data: 16/04/2021 (Sexta-feira) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Beatriz Miranda é jornalista e fotógrafa carioca. De 2016 a 2017, integrou a companhia de dança afro-brasileira Bamboyá (RJ). “Quintal de Mariza” é sua primeira obra audiovisual.

Bruna Bertoldo, graduanda do curso de Artes Visuais na UFSM, artista independente trabalha com diversas linguagens das artes visuais, dentre elas a fotografia e o vídeo.

Clarisse Zarvos é uma artista multidisciplinar com foco em Artes da Cena (teatro, vídeo, dança e performance). Doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Selecionada pelo programa TRAME, da Cité des Arts de Paris, é autora e atriz  da peça-performance “Cada Solidão é Eco de uma Multidão” (2021). Diretora do vídeo-dança “Dança Fantasma” (Mostra Esforços – Miúda, Mostra Frente Teatro RJ, X Athens Video Dance Project). Pesquisa fenômenos de Coreomania. Autora da performance “Ela não aguentava mais”, sobre a epidemia de dança de Estrasburgo (2018). Como bailarina participou do trabalho “20 Pencils Νο2”, no evento Removement Athens (Grécia, 2017).

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Conversa mostra principal 2 com Déborah Santos, Kalina Aires e Thainá Carvalho. Mediação de Duna Dias. | Data: 18/04/2021 (Domingo) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Déborah Santos é negra, pesquisadora em dança, diretora, professora e graduada em Educação Física- Licenciatura pelo Centro Universitário Estácio de Sá- CE. Na dança, iniciou seus estudos em 2003 sendo bailarina da EDISCA durante 12 anos. Depois ingressou na Cia Desconexo e foi sócia e coordenadora do Desconexo Centro de Artes (2015). Fez parte do programa de extensão em danças africanas ancestrais no IFCE (2018) e foi intérprete-criadora do Nodo Coletivo (2019). Atualmente, é idealizadora e diretora da Cia Déborah Santos, onde pesquisa dramaturgia e criação em dança contemporânea. Compõe o quadro de professores de dança da EDISCA, do grupo de dança e profissionais de educação física do CNSG e é aluna da 7° turma do curso técnico em dança da Escola Porto Iracema das Artes -ce (2020).

Kalina Aires: Pernambucana de nascença e residente na Paraíba, desde criança se envolve intensamente com o mundo das artes. Formada em Comunicação Social/Jornalismo, atua há oito anos como fotógrafa, mantendo projetos paralelos relacionados à dança e à música. Sua relação com o audiovisual, expressa de forma tímida até pouco tempo, aflorou ainda mais na videodança, universo no qual viu potência para união, experimentação e pesquisa das diversas linguagens artísticas que admira e vivencia.
“Nasci para administrar o à toa (…) pertenço de fazer imagens” – Manoel de Barros

Thainá Carvalho é dançarina com foco em tecnologia. Iniciou seus estudos em dança com sapateado americano (2005-2012). É bacharel (2014 – 2018) em Dança pela Universidade Federal de Viçosa onde desenvolveu interesse por tecnologias relacionadas a dança. Atualmente é mestranda (2019) do PPG Artes UFMG na linha de pesquisa de Poéticas Tecnológicas, onde investiga como a tecnologia percebe a dança. Seus trabalhos e pesquisas procuram observar as percepções, poéticas e potencialidades da tecnologia e sua relação com o fenômeno humano, passeando pela videodança, web art e dança-tecnologia.

Conversa categoria minuto 1 com Kamyla Matias, Luíza Z, Margot, Mika Kuma e Rebeca Melo. Mediação de Duna Dias. | Data: 19/04/2021 (Segunda-feira) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Kamyla Matias: Mestranda em Cinema e Audiovisual na UFF, e graduada em Comunicação Social pela UFRN. Fundadora e diretora criativa da Do Corpo, Arte e Comunicação – produtora de imagem e comunicação intuitiva para profissionais da arte, da cultura e do corpo. Seu fazer artístico acontece em processos multidisciplinares, que articulam sua experiência como fotógrafa e videomaker com as artes do corpo e da performance para tratar questões de território e do feminino. Atualmente pesquisa e desenvolve uma cartografia afetiva do corpo que improvisa filmando e editando para a produção de uma subjetividade imagética.

Luíza Z é artista da dança, das artes do corpo. Dançarina desde a infância (ou desde sempre) possui formação em ballet clássico. Em 2013 passa a pesquisar a dança contemporânea com a qual trabalha desde então. Pesquisadora do corpo tem interesse em dança-teatro, dança contemporânea e processos inter/transdisciplinares de criação cênica e performance. Nas criações se volta à experimentação dos movimentos dos corpos no espaço e das diversas formas de expressão e escrita dos corpos. 

Margot é bailarina e tem como foco a linguagem do voguing. Ministra aulas dessa dança, pesquisa seus atravessamentos com outras artes  e idealiza projetos para cena estadual (RJ) e nacional.

Mika Kuma: Arte educadora, dançarina e pesquisadora; conheci a dança em um projeto social que foi trazido na minha comunidade. As danças urbanas entrou na minha vida e ficou desde então. A arte me motivou a ir para lugares, aceitar desafios e hoje sou graduada em dança e arte pela Faculdade Paulista de Artes.

Rebeca Melo: Formada em Cinema e Mídias Digitais pelo IESB, co-fundadora sócia da Panorama Criações desde 2017, foi videomaker na Claraboia Filmes, atualmente é criadora de conteúdo, atua como videomaker e motion designer na empresa Horus Telecom e trabalha como autônoma de marketing digital.

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Conversa mostra principal 3 com Raquel Barboza, Sauane Costa e Taize Inácia. Mediação de Duna Dias. | Data: 20/04/2021 (Terça-feira) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Raquel Barboza – Sou formada em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena e dançarina desde a infância. Tenho dedicado meus estudos e pesquisas às artes do corpo no hibridismo dessas duas linguagens: a dança e o teatro. No projeto pessoal “Meu Nome É Frenesi” produzo videodanças para o Instagram (@meunomeefrenesi) e o processo se volta para os conhecimentos teatrais por meio da dança.

Sauane Costa: Fui batizada Sauane Costa, nascida em Santo Amaro, crescida e criada em Candeias Bahia. Desde criança minha brincadeira favorita é dançar, junto com minhas irmãs, com as vizinhas, na rua e em casa, a partir de 2014 iniciei os estudos em dança contemporânea na ONG Alvorecer Bahia, depois passei a fazer parte da cia Cenas&Bailados até 2017, em 2016 entrei na escola de dança FUNCEB Fundação Cultural do Estado da Bahia, realizei trabalhos de Resisdência Artística em 2017 pelo Viva Dança no tabalho “Corpo, carga, Calma, Alma” com Ben J. Riepe e em 2020 também pelo viva dança e com a companhia do Ben. J. Riepe com a obra “Medo/Angst” ; faço parte do coletivo SANAI saúde natural integral, grupo de artes integradas que pesquisa a cultura popular, realiza confecção de livretos, dança, cinema, música, arte de rua marginalizada e de protesto.

Taize Inácia é dançarina, coreógrafa, professora e membra do Consul of Dance CID Unesco. Em 2017 escreveu o roteiro, coreografou e co-produziu o videodança Rio das Almas, ganhador do prêmio de “Incentivo ao Melhor Videodança Goiano” no Festival Internacional de videodança Dolhar. Em 2019, escreveu o roteiro, coreografou, assinou a trilha sonora, atuou, co-produziu e dirigiu o curta Rio das Almas e Negras Memórias  recebendo até o momento 7 prêmios.

Conversa categoria minuto 2 com Águi Berenice, Kalina Aires, Kristiany Nascimento, Lígia Villaron e Maryah Monteiro. Mediação de Duna Dias. | Data: 21/04/2021 (Quarta-feira) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Águi Berenice é artista e estudante de psicanálise clínica. Suas criações têm caminhado entre a performance, artes visuais e a escrita. Acredita que o corpo é sobretudo um território de potência criativa. E entende que a arte pode ser uma possibilidade de fuga dentro de um sistema violento e opressor. Busca se conectar com a sua ancestralidade e a travestilidade na sua trajetória. Atualmente vive no Rio de Janeiro/RJ e nasceu na cidade de Uberaba/MG.

Kalina Aires: Pernambucana de nascença e residente na Paraíba, desde criança se envolve intensamente com o mundo das artes. Formada em Comunicação Social/Jornalismo, atua há oito anos como fotógrafa, mantendo projetos paralelos relacionados à dança e à música. Sua relação com o audiovisual, expressa de forma tímida até pouco tempo, aflorou ainda mais na videodança, universo no qual viu potência para união, experimentação e pesquisa das diversas linguagens artísticas que admira e vivencia.
“Nasci para administrar o à toa (…) pertenço de fazer imagens” – Manoel de Barros


Kristiany Nascimento: A carreira artística teve início no ano de 2004 desenvolvendo habilidades artísticas na dança clássica, jazz e contemporâneo. Atualmente a artista continua sua formação artística desenvolvendo pesquisa, estudo e aprimoramento na área.

Lígia Villaron é comunicadora, artista multimídia e dançarina. Se interessa em pensar as imbricações entre corpo, vídeo e mídias digitais. É criadora e integrante do grupo “teia”, premiado em 2º lugar na categoria performance no Festival de Arte Digital de Atenas (ADAF), com o trabalho “10 estudos para uma videodança interativa”.

Maryah Monteiro, artista do corpo e realizadora audiovisual, se dedica à videodança como metodologia e expansão de processos artísticos. Atuou em diferentes coletivos de dança, teatro e performance em São Paulo desde 2013. Em 2020 concluiu o Diplomado em Coreocinema (adaptado para on-line) – Programa PADID, 2019 – pelo Festival Agite y Sirva, Oaxaca, México. É formada pela Escola de Danças do Teatro Guaíra e graduada em Dança pela Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR. 

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Conversa mostra principal 4 com Bianca Sanches, Lilian Graça e Manuela Mares. Mediação de Duna Dias. | Data: 22/04/2021 (Quinta-feira) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Bianca Sanches: Nascida no estado do Amapá, e residente em Minas Gerais há quase 7 anos, Bianca Sanches é artista independente. Licenciada em Dança pela Escola de Belas Artes da UFMG, tem encantamento pelas pesquisas em torno da memória e suas poéticas, pela improvisação em dança e pelo atravessamento entre as artes. Atualmente vêm experimentando a criação audiovisual através da videodança e do que vêm chamando de “improvisações videográficas em dança”. Além disso, é co-idealizadora, co-produtora e performer do coletivo indisciplinar e professora de danças nos circuitos artísticos e educacionais em Belo Horizonte. 

Lilian Graça é artista-pesquisadora, coreógrafa, dançarina e videasta. Doutora em artes cênicas com pesquisa em cinestesia na videodança, tem-se ocupado em correlacionar processos de criação, empatia estética, percepção, cognição e imersão na dança e na videodança: experimentando metodologias criativas, realizando obras, ministrando oficinas, cursos, palestras e publicando textos na área.

Manuela Cavalcanti Mares tem 19 anos, é estudante e artista transdisciplinar que explora várias formas de arte em seus trabalhos – desde a pintura, escultura e desenho até a música e o audiovisual: formas de arte que se mesclam e complementam. Manuela também tem uma trajetória com a música; pratica o canto e o violão desde nova. Seu vídeo-dança “Fronteira” foi feito em parceria com a dançarina e poeta Ana Lídia Magalhães. Atualmente, Manuela deseja continuar a investigar múltiplas linguagens artísticas através de perspectivas feministas e latino-americanas.

Conversa mostra principal 5 com Jennifer Candeias, Luci Savassa e Thaís Esteves. Mediação de Duna Dias. | Data: 25/04/2021 (Domingo) | 19h | Transmissão ao vivo no canal do Youtube do Grupo Contemporâneo de Dança Livre | Com tradução em Libras.

Jennifer Candeias é atriz, performer e pesquisadora das Artes Cênicas. Seu trabalho parte do estudo da potência da união de linguagens no enriquecimento e ampliação da criação. Formou-se em teatro pelo CEFART em Belo Horizonte. Atualmente estuda dança na ELA – Arena da Cultura e Integra coletivos artísticos na cidade.

Luci Savassa é atriz, diretora, arte-educadora, escritora, colagista. Todas as artes atravessam sua trajetória, desde criança. É integrante do @coletivodiscordia, coletivo literário independente, e no instagram @lucidacolagem compartilha seu trabalho com Colagem Manual e artes visuais. Codirigiu e atuou no curta-metragem  “Luna Quer Sair”, vencedor de prêmios do público e do júri em diversos festivais de cinema em 2020, e participou como coreógrafa e intérprete na videodança coletiva “Qual pele me reveste?”, em parceria com mulheres artistas do Brasil todo.

Thaís Esteves: Graduada em Dança pela UNICAMP, nas modalidades de Bacharelado e Licenciatura, tem experiência com produções e criações de espetáculos e performances em dança, dentro e fora da universidade.
Atualmente pesquisa processos coreográficos, relações da dança contemporânea com a videodança, processos de ensino e aprendizagem em sala de aula (presencial ou virtual) e ministra aulas de Dança Contemporânea e Balé Clássico na cidade de Campinas – SP. Integra a Packer Cia. de Dança (Campinas – SP), dirigida por Cristiana Packer e o Grupo só de hoje, de pesquisa híbrida entre dança contemporânea e videodança, orientado por Bruno de Castro (Campinas – SP).

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